terça-feira, 20 de março de 2012

por Juliana Mohring




Para contar uma experiência estética, primeiro pesquisei um pouco sobre seus conceitos básicos e cheguei a conclusão que seu significado é: Experiência estética é um encontro que não consiste em assimilar ou integrar a beleza que nos proporciona a natureza ou a arte, mas em em participar no mundo natural e no mundo artístico, ou seja, não é a beleza da natureza ou da arte que entra em nós; nós é que entramos nesse mundo. Esta participação é possível porque o sentir estético é um sentir aberto à natureza e à arte. (http://www.notapositiva.com/resumos/filosofia/estetica.htm)
   Comecei então a pensar em algo que eu tenha vivido que pudesse se relacionar com essa ideia e cheguei a várias respostas mas escolhi uma que aconteceu na semana passada. Fui a um restaurante aqui na rua da FAAP para almoçar e na saída do restaurante sempre tem algo doce para pegarmos e nesse dia havia bolinho de chuva e imediatamente lembrei da minha vó, de quando eu era criança e adorava ir até a casa dela para brincar, passar a tarde com ela e comer os bolinhos de chuva deliciosos que ela fazia pra mim. Isso me fez sentir uma saudade enorme daquele tempo, já que agora por causa da faculdade estou morando em São Paulo e assim ficou mais difícil de visitá-la sempre por ela morar na minha antiga cidade, São Roque.

AC/DC

por Vinicius Costa

Minha melhor experiência estética foi ir ao show do AC/DC, a dois anos atrás, no estádio do Morumbi. Sou fã de música desde moleque, sempre que posso, assisto a shows e compro material das bandas que admiro. O AC/DC sempre foi umas das bandas que eu sonhava em ver ao vivo, porque sempre quis sentir a energia que tanto falam de um show do AC/DC. E posso afirmar que é isso que você sente quando olha ao redor e vê 70 mil pessoas lotarem um estádio, todas em busca da mesma coisa, da mesma sensação, da mesma música. Toda a experiência valeu a pena, desde a compra do ingresso, a espera na fila, o lugar privilegiado, ao profissionalismo da banda, a qualidade técnica, os fogos de artifício e efeitos especias. De todos os shows em que estive, guardo esse na memória em especial.

Meu intercambio


Por Gabrielle Auad
Acredito que meu intercâmbio tenha sido uma experiência estética para mim. Quando eu tinha 8 anos, meus irmãos decidiram morar um ano fora na Austrália. Logo que eles foram, me sentia muito sozinha em casa mas como era muito pequena não me lembro muito de como foi ficar um ano sem eles, mas me lembro da vontade que tinha de morar fora também. Eu e meus pais fomos buscar minha irmã e fomos ate a Austrália e eu me encantei por cada cidade que visitamos, principalmente por Sidney. Era uma cidade grande como São Paulo, tinham praias lindas, o clima era muito parecido com o Brasil e foi a partir dessa viagem, que minha vontade de morar em Sidney cresceu mais ainda. Aos meus 15 anos, decidi começar a ver meu intercâmbio. Meus pais não deixaram eu ficar nada mais que 6 meses. Mas pelo menos deixaram eu ir pro lugar que eu queria. Eu estava muito cansada da escola, estava com uns problemas com algumas amigas então a única coisa que queria era sair de São Paulo e ter uma nova experiência de vida Em Julho de 2009, com 16 anos, fui para Sidney! Meus dois melhores amigos foram comigo, o que me fez sentir menos sózinha. A despedida foi horrível, nunca achei que fosse ser tão difícil me separar da minha família. Tinham vários adolescentes juntos de varias cidades do Brasil e só fui conhece-los bem depois de um mês mais ou menos quando, já em Sidney, começamos a se encontrar nos pontos de ónibus perdidos sem saber pra onde ir ou qual era o endereço certo de casa. A minha primeira impressão da família que fiquei la não foi muito boa. Logo que entrei na casa, que era um pouco escura, cheio de mato em volta, fui direito para o meu quarto, e a minha "mãe" perguntou se eu queria comer alguma coisa eu disse que não e fui dormir. Eu não tinha celular ou Internet pra poder falar com meus pais. Entrei no meu quarto e comecei a chorar desesperada e querendo ir embora. Mas essa angustia logo passóu quando eu conheci todos aqueles adolescentes, e começamos a descobrir a maravilhosa cidade que Sydney era. Me apeguei a minha "família" e a minha casa mesmo não convivendo muito com eles, porque mesmo passando 6 meses no mesmo lugar, não me sentia tão em casa. O que me fez sentir realmente em casa foram os meus amigos, que se tornaram a minha família. Meu intercâmbio realmente me mudou muito e para melhor. Eu passei a ver a vida com olhos diferentes, conheci pessoas que com certeza foram essenciais para essa mudança, conheci lugares que me marcaram e que lembro ate hoje. Saia muito la, tive uma vida muito independente e com isso criei responsabilidades, criei opiniões próprias, vivenciei muitas coisas das quais nunca vou vivenciar aqui. E principalmente, fiz duas amigas que com certeza fizeram do meu intercâmbio a melhor experiência da minha vida. Mesmo depois de 3 anos, nada mudou, nos falamos quase todos os dias, nos vemos sempre que da porque moramos em cidades diferentes, e com certeza, sem elas, tudo teria sido diferente. Falar aqui por cada experiência que passei seria impossível porque foram tantas que eu poderia passar uma vida inteira contando sobre elas. Mas com certeza, não me arrependo de nada do que passei e faria tudo de novo.

Para contar uma experiência estética, primeiro pesquisei um pouco sobre seus conceitos básicos e cheguei a conclusão que seu significado é: Experiência estética é um encontro que não consiste em assimilar ou integrar a beleza que nos proporciona a natureza ou a arte, mas em em participar no mundo natural e no mundo artístico, ou seja, não é a beleza da natureza ou da arte que entra em nós; nós é que entramos nesse mundo. Esta participação é possível porque o sentir estético é um sentir aberto à natureza e à arte. (http://www.notapositiva.com/resumos/filosofia/estetica.htm)
   Comecei então a pensar em algo que eu tenha vivido que pudesse se relacionar com essa ideia e cheguei a várias respostas mas escolhi uma que aconteceu na semana passada. Fui a um restaurante aqui na rua da FAAP para almoçar e na saída do restaurante sempre tem algo doce para pegarmos e nesse dia havia bolinho de chuva e imediatamente lembrei da minha vó, de quando eu era criança e adorava ir até a casa dela para brincar, passar a tarde com ela e comer os bolinhos de chuva deliciosos que ela fazia pra mim. Isso me fez sentir uma saudade enorme daquele tempo, já que agora por causa da faculdade estou morando em São Paulo e assim ficou mais difícil de visitá-la sempre por ela morar na minha antiga cidade, São Roque.

segunda-feira, 19 de março de 2012

Pôr do sol



Passei minha infância toda indo todos os finais de semanas para Avaré onde meus pais tinham uma casa. O lugar era lindo! A casa era de frente para a represa, tinha um jardim lindo onde fazíamos piquenique e brincávamos de pega pega, tinha uma cocheira com três cavalos e andávamos todas as manhãs com eles. Mas o meu programa favorito era quando meu pai me chamava no fim da tarde para sentar no jardim de frente para a represa para nós fazermos a contagem regressiva enquanto o Sol ia se pondo. Era um momento de nós dois. Meu pai me colocava no colo dele e ia contando de cem a zero até o sol se pôr por completo. Lembro perfeitamente do jeito que ele me chamava para fazer isso, da animação que eu ficava de começar a contar e dar “tchau” para o Sol e da paz que me trazia vendo aquela paisagem linda!

Meus venderam em casa há alguns anos e por mais que eu amasse tudo daquele lugar o que eu mais sinto falta é de ver a represa e sentar na grama com o meu pai vendo o Sol.

Hoje, sempre quando alguém comenta que viu o sol se pondo e principalmente quando eu mesma vejo, sem esforço nenhum me vem meu pai na memoria e um sentimento muito bom.
Camila Funaro Camargo

Bonecos de Neve


Por: Pasquale Milone Netto

Uma experiência estética que eu tive foi quando eu vi pela primeira vez na minha vida neve. Eu estava fazendo intercâmbio no Canadá, estava na cidade Halifax em Nova Scotia. Claro, era de se esperar que nevasse, mas eu sempre quis ter a sensação de tocar na neve, de brincar com ela, de fazer vários bonecos com ela. Eu já estava no Canadá fazia uns meses, e nada da neve aparecer. Lembro que cada manhã, depois que eu acordava e saía do meu quarto, eu olhava para janela de fora esperançoso.
Mas finalmente este dia tinha chego, e pela primeira vez na minha vida, vi neve na minha frente! Tirei algumas fotos, e pude aproveitar um pouco dela antes de ir para a escola lá. Quando toquei nela, me surpreendi o quanto ela era dura,pesada e mais gelada do que eu imaginava,sempre achava que ela era fofinha por causa dos desenhos e filmes que assistia. E como era escorregadia também! Lembro também que tentei fazer uns bonecos de neve, porém eles nunca ficavam estáveis, e também não ficavam assim tão bonitos.
 Infelizmente, não cheguei  a perder um dia de aula por causa de nevoadas fortes ( a irônia é que um dia depois que eu voltei para o Brasil, isso aconteceu lá em Halifax ), mas eu fiquei muito feliz em poder experimentar a neve, e espero ter essa mesma oportunidade no futuro.

Lembranças boas.

Por: Jaqueline Almeida


A minha experiência estética está relacionada ao filme Marley e Eu. Eu adoro cinema, sempre que lança um filme novo lá vai eu dar uma conferida, e não foi diferente com Marley e Eu, que inicialmente eu achei que fosse ser um filme super fofo sobre cachorrinhos e tudo mais, e foi isso mesmo, mas eu não esperava que além disso o filme me causaria tanta emoção, me traria tantas lembranças da minha infância, dos meus cachorros, da minha vida. E não tem jeito, eu posso assistir o filme dez vezes e as dez vezes eu vou chorar e me emocionar lembrando dos bons momentos que tive com todos os meus cachorros, que não foram poucos.